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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Reconhecendo Plantas Comestíveis

Em momentos críticos, perdidos na mata ou algo parecido, a fome pode ser uma das nossas piores inimigas. Ao se ver cercado de plantas, flores e frutos, o desespero nos manda comer a primeira coisa que nos aparecer à frente, porém não é bem assim que funciona. Algumas das plantas e frutos podem ser venenosas, chegando até ser letais. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar, mas tenha em mente que essas dicas não descartam um conhecimento mais profundo de botânica, e podem ser falhas em algumas das vezes.

Afaste-se das frutas CAL: A sigla CAL quer dizer "Cabeludo, Amargo e Leitoso". Se o fruto em questão tiver essas três características somadas, nem pense em comê-lo. Porém, a existência de apenas uma ou duas dessas características não impede o consumo. O kiwi, por exemplo, tem a casca "cabeluda" e o mamão pode soltar uma espécie de leite .



Procure frutos grandes que estejam bicados por pássaros ou mordidos por animais. Os peritos em sobrevivência na selva garantem que 90% do que os animais comem também pode ser consumido pelos humanos.



Seguir pegadas de pequenos animais é uma boa tática. Ela podem levar até árvores e plantas frutíferas. Ao chegar perto delas e olhar para o alto, provavelmente você irá encontrar frutos mordidos pelos animais.


Muitas raízes e brotos subterrâneos podem ser consumidos crus, como o rabanete e a cenoura. Se você achar um vegetal conhecido, tudo bem comê-lo in natura. Mas, se pintar a dúvida se uma raiz ou broto é comestível, é melhor cozinhá-lo. O inhame bravo, por exemplo, é venenoso cru, mas cozido não.





    Frutinhas agregadas, como a amora e a framboesa, são sempre seguras para comer - apesar de que, em locais em que são consideradas pragas, elas podem conter pesticidas.



    Cozinhe sempre as partes subterrâneas das plantas, para matar bactérias e fungos.
    Descasque frutas tropicais maduras e coma-as cruas. Se tiver que comer uma fruta verde, cozinhe antes. Siga todos os outros testes com estas frutas, a não ser que já saiba que ela é comestível.
    Em geral, evite plantas espinhosas. Se uma planta tiver frutinhas agregadas, elas são seguras.



    Evite cogumelos e outros fungos. Existem muitos fungos comestíveis, mas a maioria é letal, e se você não for um conhecedor de fungos, é muito difícil dizer qual é qual, mesmo depois de ter testado.
    Evite plantas com folhas lustrosas.
    Evite plantas com frutinhas amarelas ou brancas.
    Evite plantas com flores em forma de guarda-chuva.
    Evite plantas com seiva leitosa.



    Não presuma que uma planta que é comestível cozida é comestível crua.
    Não presuma que uma planta é comestível só porque você viu animais comendo ela. As chances são altas, mas não é totalmente garantido!
    Após ter determinado que uma planta é comestível, tome cuidado para colher sempre a mesma planta. Muitas plantas são parecidas.




terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Dicas básicas de navegação


Antes de se aventurar com um barco, lancha ou moto-náutica, é necessário que se tenha a habilitação necessária de Capitão, Mestre ou Arrais de caráter profissional ou amador, Sem essa documentação, é como se você estivesse dirigindo um carro sem CNH.



Conheça a área por onde vai navegar, examine e estude a carta náutica e pergunte aos navegantes locais ou pescadores, como é a área por onde deseja passar. Verifique a tábua das marés, para evitar situações indesejadas, como encalhamentos ou coisas parecidas. Tente evitar ao máximo uma área que não se conheça ou que ninguém costuma passar, pois se não vão lá, deve ter algum motivo.



Caso sua tripulação seja novata, é capaz que alguém enjoe ou “mareie”, como se diz à bordo, lembrando também que marear pode significar vomitar em linguajar naval. Pode-se planejar um trajeto curto, para que já esteja de volta antes mesmo de se passar mal. Indique para seus passageiros a lado pra onde o vento sopra para fora do barco, para caso deles tenham vontade de “marear”. Recomende a todos que estejam sentados quando for acelerar a embarcação, com risco de alguém sair voando barco à fora, caso sua recomendação não for acatada.


Siga sempre o RIPEAM (regulamento internacional para evitar abalroamentos no mar) e todas suas regras, pilote com segurança e sinalizado, para evitar abalroamentos ou outros tipos de acidentes que podem colocar fim na sua diversão, na sua embarcação e na sua vida.

Ao pilotar à noite, diminua a sua velocidade em 50%, e lembre-se que embarcações não têm farol nem freio. Quanto menor a luz interna melhor a visão externa, utilize luzes baixas no passadiço, como lampadas vermelhas ou até mesmo luz negra.


Ao entrar em canais ou rios, mantenha-se à boreste (O lado direito da embarcação é chamado boreste e tem a sinalização na cor verde, o lado esquerdo é chamado de bombordo e tem a sinalização na cor encarnada, vermelha), numa situação onde duas embarcações vêm de encontro frente-a-frente, ambas guinam a boreste.



Afaste-se de áreas militares, áreas petroleiras, áreas industriais entre outras, isso pode te poupar de dores de cabeça. Mantenha-se também distante de Navios grandes, pois é muito difícil para eles verem as embarcações pequenas. Desvie de tudo, pois um barco pequeno tem mais agilidade e manobrabilidade que os outros. Passe lentamente por áreas de regata, barcos à remo, canoas, e barcos ancorados, as ondas provocadas pela sua embarcação podem até mesmo virar embarcações como as canoas.


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Repelentes naturais e substâncias repelentes



Uma grande preocupação no mato, seja no bushcraft, no camping ou qualquer outro tipo de aventura é a de manter os insetos afastados. Alguns recorrem à redes e véus de proteção, outros à repelentes ultrassônicos caros. Mostraremos aqui as melhores formas de afastar insetos.

As Principais substâncias repelentes de insetos são:



DEET (N,N-dietil-meta-toluamida)

O DEET, uma das substâncias mais utilizada em cremes aplicados sobre a pele, foi criado pelo exército dos EUA logo após a segunda guerra mundial. Funciona mascarando o odor humano3 e é altamente eficaz para repelir a grande maioria dos mosquitos, incluido os mosquitos transmissores da malária e da dengue. O uso do DEET, contudo, não é recomendado para mulheres grávidas e em crianças pequenas


Óleo de Eucalipto (ingrediente ativo p-menthane-3,8-diol)

 O óleo do eucalipto Corymbia citriodora através do princípio ativo p-menthane-3,8-diol (PMD) é capaz de repelir os mosquitos transmissores do vírus do Nilo ocidental


Icaridina


A Icaridina, também conhecida por Picaridina ou KBR 3023 (piperidinecarboxylic acid, hydroxyethyl, methylpropylester) – é um princípio ativo derivado da pimenta. O produto é um promissor repelente usado para combater insetos como Aedes aegypti, transmissor da dengue efebre amarela; anófeles, transmissor da malária; flebótomo, transmissor da leishmaniose e carrapato-estrela, transmissor da febre maculosa, entre outros

Nepetalactone

O Nepetalactone, a famosa Erva do gato. Possui reações características nos gatos domésticos e também é venenoso para algumas espécies de moscas.



Óleo de Citronela

O óleo de citronela, de origem natural, também é bastante conhecido por suas características de repelir insetos existindo velas que contém o óleo e afastam os mosquitos de ambientes fechados. Na forma de óleo, loções e cremes aplicado sobre a pele, protege contra picadas do mosquito Aedes aegypti e borrachudos num período de poucas horas,6 devendo ser reaplicado constantemente.

Óleo de Soja


 O uso do óleo de soja como repelente de insetos foi recentemente registrado a fim de satisfazer os controles de segurança de seu uso.


Óleo de Neem


As suas folhas, frutos, sementes, casca e madeira têm diversas aplicações, tanto como fonte de materiais usados pela medicina,veterinária, cosmética, como na produção de adubos e no controle de pragas. Nesse último quesito, tem chamado a atenção por ser excelente no controle biológico de diversas pragas e doenças que atacam plantas e animais no campo.

Plantas que Servem como repelentes:

Lavanda


Além de ser uma planta que pode perfumar ambientes internos devido ao seu cheiro adocicado, a lavanda ajuda a espantar mosquitos;

Hortelã

Excelente contra formigas, é uma ótima opção para casa, além do acampamento ou aventura.

Crisântemo

Ajuda a manter baratas, percevejos, pulgas e carrapatos afastados;


Manjericão

O cheiro forte da planta afasta moscas e mosquitos;



segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Aventura e segurança: Armas, defesa e combate

Na ultima matéria de nossa série de Aventura e Segurança, será abordado um tema muito complexo, pois não é muito comum encontrar quem fale sobre isso, por conta do tom pacífico que a humanidade vem tomando nos últimos tempos. Porém sabemos que numa situação de risco, não há ninguém além de nós mesmos que possa salvar nossas vidas, portanto dessa vez tomaremos uma abordagem mais agressiva.



Ao se ver numa situação de risco numa aventura , onde haja inimigos reais e ameaça da sua vida ou de seus companheiros, a primeira reação a se ter deve ser a de chamar a polícia, alertar os bombeiros, ou quem quer que seja o mais rápido possível. Nenhuma reação é recomendada e esse texto é apenas instrutivo, porém, numa situação em que a certeza da morte é iminente e que não foi possível um contato com alguma autoridade, o instinto primordial da sobrevivência, irá prevalecer e o combate com o inimigo será inevitável.

Armas

Sendo possível a possibilidade de construção de instrumentos de combate, pode-se aumentar suas vantagens no combate. Os exemplos variam o nível de possibilidade de execução, veja:


Lança/arpão improvisado

Arma mais comum. Pode ser feita de vários modos: um galho de arvore ou pedaço de madeira apontado, como um lápis, ou apontado em formato de de arpão. Um modo mais sofisticado de fazê-lo é com uma faca de cabo oco, conhecida como faca de sobrevivência ou faca Rambo: afina-se uma das pontas da madeira até que se encaixe o cabo da faca.



É possível também, com pedras apropriadas ou lascadas com auxílio de ferramentas ou mesmo de outras pedras, conseguir um formato razoavelmente pontiagudo para que seja a ponta da sua lança.


Arpão de pontas

A partir de um galho de árvore resistente, crava-se a faca verticalmente fazendo um pequeno corte, cerca de 1/5 do galho, e outro corte perpendicular a esse, com o mesmo tamanho. Utilize a faca para abrir um pouco esses cortes e insira uma pequena cunha, para que se apresentem as 4 partes em que o galho foi dividido e usando cipó, casca de árvore ou barbante, amarre a abertura na altura da cunha, para evitar possíveis imprevistos em momento de combate. Utilize uma faca para pequenos trabalhos para afiar as pontas. Para um exemplo de faca, clique aqui!






Tacape

Muito utilizado em todas as eras, o tacape nada mais é do que um porrete. Contando com um pedaço de madeira, preferencialmente com uma parte mais fina, para que se tenha pegada, e com uma parte mais pesada, o tacape pode ser uma arma mortal, podendo ainda ter espinhos, espetos ou qualquer outra coisa que agrave ainda mais os ferimentos causados pela lesão.


Faca

Com dois tipos diferentes de pedra, você pode fazer até mesmo uma faca, bastante eficiente. Lasque a mais maleável com a mais dura, até que o formato o satisfaça para seus fins. Como estamos falando de uma situação de combate, recomenda-se que a mesma esteja vastante pontiaguda, para penetrações. Pode-se também utilizar um pedaço de madeira ou galho para fazer o cabo da faca.

Arco e flecha

Essa é a arma
que dará a você mais precisão a longas distâncias. Uma das armas mais antigas da história humana, um simples galho e uma corda, podem se tornar a sua defesa mais eficaz. Para começar a construção do mesmo selecione um galho forte, porém flexível. Você precisará de um pedaço de aproximadamente 2 m de árvores como nogueira, carvalho, cedro ou vidoeiro.
Dobre-o vagarosamente para encontrar sua curvatura natural. Depois  corte-o no formato de um arco delgado, com o centro sendo a parte mais larga com cerca de 5 cm ao longo dela. Faça entalhes em cada ponta onde o fio do arco estará. Pele crua funciona melhor para o fio da arma. Estique-a bem e amarre-a firmemente nos entalhes. Então esfregue a madeira com gordura animal para mantê-lo maleável.



As flechas deverão ter a metade do tamanho do arco. Para fazê-las, encontre os galhos mais retos possíveis e suavize as superfícies com a faca. Para a ponta, um osso pontiagudo ou uma pedra funcionam melhor. Perfure uma extremidade da flecha e insira sua ponta, amarrando-as juntas. Você pode acrescentar penas no lado oposto da flecha, chamadas de voadoras ou voadeiras, dividindo a madeira ou deslizando-as no lugar, mas não é necessário.



Estilingue (funda)


Um bom meio de fazer um estilingue é: d
a roupa que você está usando, rasgue um pedaço de tecido grande o bastante para envolver uma pedra do tamanho de um ovo. Amarre cerca de 16 cm de corda em cada lado do pano. Coloque uma pedra no saquinho de tecido e, segurando ambos os lados da corda com uma mão, balance o estilingue por sobre a cabeça como um laço. Quando obtiver impulso, solte uma extremidade da corda, deixando a pedra voar em direção ao alvo.



Estilingue (atiradeira)

Antes de tudo, é necessário que encontre-se um galho em formato de Y, que seja bastante resistente, pois essa será a forquilha. Retira-se toda a casca do galho, para que a pegada seja mais confortável. Utilize os elásticos mais fortes que tiver acesso, podendo eles serem dos seus sapatos, ou até mesmo das roupas, e corte-o ao meio, pois é ao meio do estilingue que se colocará a base em que se segurará a munição. Prenda o elástico às duas pernas menores da forquilha, e assim está pronto seu estilingue.


Bumerangue

Não é tão simples de fazer, nem mesmo de atirar, porém ele pode atingir altas velocidades e se acertar no alvo, pode ser fatal. Pode-se fazer de vários materiais, e quanto mais pesado e duro o material, maior o impacto que ele causará. Existem diversos tipos de bumerangues, com os mais diversos moldes espalhados pela internet. Basta cortar a madeira no formato e desbastar para que a aerodinâmica seja suficiente para o objetivo. Recomenda-se treinar bastante, para que tenha domínio completo para quando necessitar usar.


Bombas

É possível obter um bom resultado com o uso de bombas em situações criticas (Não é recomendável o uso das mesmas em qualquer outro tipo de situação, pois podem ser perigosas e podem ferir qualquer pessoa que esteja por perto). Com garrafas de vidro e líquidos inflamáveis, é fácil fazer um coquetel molotov, por exemplo.



Outros exemplos de armas improvisadas: Tesoura, chave de fenda, caneta, garrafa de vidro, bastões, cabos inchada, tábuas de madeira, serras e serrotes, chaves, pregos, martelos, machados, marretas, vidro, correntes, garfos, colheres, escovas de dente, brocas, puas, entre outros.

Defesa e Combate

O principio básico de defesa que consta em manuais de combate é: Evite o confronto e fuja o mais rápido que puder se possível. Valem também as premissas vistas no livro “Defesa com Facas”:

Previna - evite a violência gratuita, o ditado: “Quando um não quer dois não brigam” é a melhor forma de evitar um confronto desnecessário;
Negocie – pedir desculpas não mata ninguém, a faca (ou a arma) mata;
Fuja – como dito anteriormente, se o confronto for inevitável essa é sua melhor defesa;
Não reaja em situações de roubo, o bandido quer o seu dinheiro e não hesitará em tirar a sua vida se tentar uma reação;

Porém sabemos que não acaba bem sempre. Mesmo tentando evitar o conflito, algo pode falhar e o combate será inevitável, o mais recomendável é primeiramente a defesa e dominação do oponente para que os danos sejam os menores possíveis. Demonstraremos agora, algumas defesas básicas que podem ser adotadas num momento de combate contra um inimigo armado com uma faca:

Defesas Básicas:



Abaixar diminui a área de alvo, o Adversário é pego de surpresa. Esse movimento deve ser treinado a exaustão para adquirirmos memória muscular, tornando-o instintivo.



Contra-atacar, cessa a seqüência de ataques do adversário. A vítima deixa de ser um alvo indefeso. O ditado: “A melhor defesa é o ataque”, tem sua aplicação aqui.



Recuar pode ser uma saída interessante, por ser um movimento instintivo, porém, facilita uma
seqüência de ataques do adversário.



Sair pelas laterais necessita mais treinamento, não é um movimento fácil, deve-se executá-lo no
momento exato do ataque do adversário.


O movimento de bloquear é fácil de ser assimilado, se torna eficaz levando em consideração, ser
melhor perder um braço do que ter o pescoço cortado.



Evite a defesa em “X”, ou defesa cruzada, o atacante puxará a faca, cortando ambos os braços.


O uso de bastões ou armas improvisadas permitem manter uma distância de segurança da faca.
Podemos atingir o atacante antes de entramos em seu raio de ação.


Armas de fogo devem ser utilizadas a mais de 6 metros de distância para diminuir a possibilidade do atacante atingi-lo.


Use carros, móveis, ou outras estruturas para ficar longe do atacante. Mesmo conhecendo técnicas de desarme do oponente, manter a distância será sua melhor chance de sobreviver.


Fugir, deixa de ser uma atitude covarde quando conhecemos nossas limitações. O atacante com a faca tem a vantagem no combate


No caso de Um agressor com arma de fogo, o desarmamento pode ser feito da seguinte maneira:



Ao se ver com uma arma apontada para seu tronco, a primeira coisa a ser feita é desviar seu corpo da linha de tiro:




Aplicar uma torção no braço do oponente de modo que seja impossibilitado de executar o disparo, ou se o fizer, o risco seja contra ele mesmo.




E por fim,imobilizar ou derrubar o oponente.


Agora, Numa situação de combate real, podemos demonstrar como utilizar algumas das armas que mencionamos acima, sendo essas a faca, (tanto a faca de combate, faca de camping, canivete ou a faca de pedra improvisada), o arpão de pontas (sendo usado para ser enfiado no oponente), e instrumentos não citados, como machado, ou qualquer ferramenta perfuro-cortante.



Podemos dividir o corpo em quadrantes que quando atingidos podem ser fatais ou impossibilitar seu oponente de alguma reação.



I – Quadrante: lateral superior direita – artérias, radial, braquial, subclávia, jugular, carótida, costelas flutuantes. (Pontos Fatais)
Obs.: Com a faca à frente, se torna o ponto mais próximo de ser atingido.
II – Quadrante: lateral superior esquerda – artérias, radial, braquial, subclávia, jugular, carótida, costelas flutuantes.( Pontos fatais)
III – Quadrante: Femoral(Fatal), tendões e ligamentos (imobilizante).
IV – Quadrante: Femoral(Fatal), tendões e ligamentos (imobilizante).
Obs.: Ponto mais difícil de ser atingido em combate.
V – Linha Central do Corpo – Olhos, nariz, traquéia, plexo solar, abdômen, testículos.
Os tipos de ataque com facas e instrumentos cortantes são:
Corte - o fio da lâmina percorre o alvo, quanto maior a superfície e o tempo na área em contato, maior será o corte, quanto mais fina a lâmina, mais profundo será o corte.
Estocada – a ponta penetra no alvo, podendo penetrar em profundidade, picar, furar, ser girada dentro do corpo ou após a estocada causar um rasgo no oponente.
Golpes para amputar – armas pesadas usadas com força podem amputar partes do corpo do adversário.
Golpe com o pomo como objeto contundente – podemos utilizar o pomo para atacar o adversário com golpes contundentes, visando imobilizá-lo.
Golpe enganchando com a ponta para puxar e controlar – com a faca é possível fazer o controle do oponente, visando imobilizá-lo.
Golpe raspando com o gume para esfolar – é possível retirar a pele do adversário provocando
sangramento abundante e superficial para abalo psicológico.
Golpe de arremesso – é possível arremessar a faca para alcançar o adversário quando esse se encontra fora do seu raio de ação.

Pontos Contundentes ou imobilizadores: Atingindo-os com golpes de faca ou outros objetos, pode-se limitar os movimentos do adversário. É possível também atingir esses locais num combate corporal não armado.





Pontos arteriais
Esses pontos visam a perda rápida de consciência se atingidos e podem causar as morte em poucos minutos:





Pontos Letais:
Ao serem atingidos (perfurados ou cortados), esses pontos certamente causarão a morte do oponente após uma perda rápida de consciência.



Aviso: Nós do blog Casa Tática não somos à favor da violência, e esse texto é estritamente informativo. Não incentivamos o uso das praticas acima citadas e não nos responsabilizamos por eventuais acidentes que possam ocorrer,  e recomendamos que siga as instruções da Polícia.


Fonte: Defesa com facas 
J.R.R.Abrahão, Pedro Cavalcanti e Ricardo Nakayama
           Defesa Pessoal Alexandre Cruz, J.R.R.Abrahão, Pedro Cavalcanti e Ricardo Nakayama